André Luís defende endurecimento das penas, corte de secretarias e concurso público para a saúde no MA


André Luís promete “ruptura” na política, corte de secretarias e mudanças na saúde do MA

André Luís defende endurecimento das penas, corte de secretarias e concurso público para a saúde no MA
André Luís defende endurecimento das penas, corte de secretarias e concurso público para a saúde no MA (Foto: Reprodução)


André Luís promete “ruptura” na política, corte de secretarias e mudanças na saúde do MA
O candidato ao governo do Maranhão, André Luís (Missão), concedeu entrevista ao vivo ao JMTV 1ª Edição, neste sábado (19), onde apresentou suas propostas para o governo. Entre os temas abordados, o candidato defendeu o endurecimento das penas na área da segurança pública, redução da estrutura administrativa do Estado, realização de concurso público para a saúde e mudanças na gestão dos serviços públicos.
Durante a entrevista, André Luís também apresentou o projeto chamado por ele de “desfabilização”, que, segundo o candidato, tem como objetivo levar serviços públicos e presença do Estado para comunidades onde, na avaliação dele, há ausência de políticas públicas.
Entrevista com os candidatos ao governo do Maranhão
André Luís, do Missão, foi o sexto a participar da série de entrevistas exibida no JMTV 1ª Edição. A entrevista teve duração de 30 minutos, divididos em dois blocos. A rodada segue até a próxima segunda-feira (21) e é conduzida pelos jornalistas Tayse Feques e Rodrigo Bomfim.
Durante a entrevista, o candidato respondeu a perguntas elaboradas por 32 estudantes maranhenses, de quatro instituições de ensino, que participaram da dinâmica representando os eleitores.
As perguntas foram sorteadas ao vivo e, além dos questionamentos dos estudantes, Braide também respondeu às perguntas feitas pelos apresentadores.
Veja, abaixo, a ordem das entrevistas:
14 de setembro (segunda-feira): Orleans Brandão (MDB)
15 de setembro (terça-feira): Saulo Arcangeli (PSTU)
16 de setembro (quarta-feira): Roberto Rocha (PRTB)
17 de setembro (quinta-feira): Reginaldo Lima (PCB)
18 de setembro (sexta-feira): Eduardo Braide (PSD)
19 de setembro (sábado): André Luís (Missão)
21 de setembro (segunda-feira): Felipe Camarão (PT)
André Luís foi entrevistado ao vivo no JM1.
Reprodução/ TV Mirante
Segurança pública
No início da entrevista, André Luís foi questionado sobre o lema associado ao Partido Missão e ao Movimento Brasil Livre (MBL), “Prendeu, Matou”, relacionado à pauta de segurança pública defendida pela sigla.
O candidato foi perguntado se a proposta seria inconstitucional e qual seria, segundo ele, o limite da atuação policial em um eventual governo.
André Luís afirmou que o limite seria a legalidade e disse que o lema faz parte de um projeto chamado por ele de “desfabilização e endurecimento das penas”.
“O limite é a legalidade, mas antes de entrar nesse assunto, que eu preciso me aprofundar para tirar todas as dúvidas, deixa eu fazer minha apresentação. O meu nome é André Luiz e, em cuidado, em respeito ao companheiro nosso aqui que tem deficiência visual, eu quero fazer minha descrição.”
O candidato fez uma apresentação pessoal e afirmou que disputa o governo do Maranhão com uma proposta de mudança no modelo tradicional de política.
“Eu sou um homem negro, um pouco acima do peso, estou com uma camisa azul, uma calça jeans e um sapato preto e uso óculos. Tenho 41 anos, sou casado desde os 19 anos com a mesma namorada de adolescência e sou grato a Deus pela oportunidade de ter tido dois filhos, casei a minha filha mais velha no mês de julho.”
“E estou hoje concorrendo ao governo do estado do Maranhão com uma nova proposta de ruptura com o jeito de se fazer política tradicionalmente. E essa ruptura parte muito para os nossos projetos. Inclusive o Prendeu Matou, ele se destacou, mas na verdade o projeto chama-se desfabilização e endurecimento das penas.”
Segundo André Luís, o endurecimento das penas não seria inconstitucional e representaria uma resposta ao sentimento de insegurança da população.
“Então, o endurecimento das penas não é inconstitucional, porque é um clamor popular. Segurança pública é a pauta número um no Brasil hoje e o Maranhão também não poderia ser diferente. As pessoas estão cansadas de andar nas ruas com dois celulares. E você que me acompanha de casa sabe a preocupação que é ver o seu filho sair de manhã e voltar tarde da noite com medo de assaltos, ter aquela preocupação de ter que buscar um ponto de ônibus e voltar.”
O candidato afirmou que, na avaliação dele, criminosos têm sensação de impunidade e defendeu leis mais rígidas, principalmente para integrantes de organizações criminosas.
“Isso acontece porque o criminoso, lamentavelmente, não tem medo da justiça. Ele tem quase que a certeza da impunidade. Então, leis duras para que o criminoso tenha medo, receio de cometer crimes. E principalmente o endurecimento das penas, principalmente para os líderes de organização criminosa, que com isso a gente quer acelerar a prisão desses membros, libertando hoje famílias que estão reféns do crime organizado.”
André Luís afirmou ainda que o projeto de “desfabilização” estaria relacionado à ampliação de direitos e serviços públicos em comunidades.
“E a pauta de desfabilização vai fazer a junção com o endurecimento das penas, trazendo de fato entrega de documento para as comunidades que hoje não têm acesso ao documento da sua casa, acesso a crédito para que aconteça reformas e abertura das ruas para entrar ali também direitos que hoje é negado àquelas famílias.”
Questionado novamente sobre a possibilidade de o lema estimular uma interpretação literal de execução de suspeitos, o candidato afirmou que a frase teria surgido de um sentimento de indignação da população diante da violência.
“Acredito que não, Rodrigo, porque a gente tem essa oportunidade de conversar com as pessoas. E você que está em casa sabe do que eu estou falando. Você também fica indignado quando acontece um crime que você vê a ineficiência, aquelas mãos atadas que você fica diante do crime.”
André Luís citou um episódio de violência ocorrido em São Paulo e explicou a origem da expressão.
“Renan Santos, ao ver essa notícia, ele fez assim, desse jeito como eu estou falando para você. Colocou a mão na cabeça e falou, o que pode fazer com um cara desse, que mesmo pegando o celular, dá um tiro no cidadão de bem e mata ele. Aí isso aí é só prender ou matar um cidadão desse. Porque se a polícia aborda e ele está armado e não se rende, a polícia tem que ter a autoridade, a legitimidade e a defesa do governo para executar aquele criminoso.”
O candidato afirmou que a proposta de segurança pública do partido inclui o endurecimento das penas.
“Ele não pode sair impune, caso ele não se renda. Por isso que eu falei, prendeu ou matou. Parou, mãos para o alto, não se rendeu com a mão, com arma em punho, o policial tem que ter autonomia para poder executar.”
Ao finalizar a resposta, André Luís disse que o projeto apresentado para a segurança pública envolve o endurecimento das penas e a proposta de “desfabilização”.
“O nosso povo vai conseguir identificar o que é um sentimento popular, que você também tem esse sentimento quando acontece algo que você se vê de mãos atadas, de um projeto de governo. Meu nome é André Luiz, eu estou hoje aqui apresentando meus planos de governo para o estado do Maranhão e a pauta de desfabilização e endurecimento das penas por meio da lei do jurista alemão Guente Giacobis, que quer de fato endurecer as penas, é de fato nosso plano de governo para a área da segurança pública no estado do Maranhão.”
Violência contra a mulher e presença do Estado
André Luís também foi questionado por um estudante sobre políticas públicas de combate à violência doméstica contra a mulher. A pergunta citou que não havia encontrado no plano de governo do candidato medidas específicas para esse tema.
O candidato afirmou que o plano de segurança pública apresentado pelo partido é direcionado à população em geral e que a proposta de “desfabilização” também teria impacto no combate à violência contra mulheres.
“Nós do Partido Missão trabalhamos de um jeito um pouco diferente. Nós somos contra essa ideia de colocar pessoas como se fossem personagens da nossa história. O nosso plano de segurança pública é para todos.”
“Quando a gente apresentar o planejamento de desfabilização, que quer levar também direitos para as comunidades, vai atender com certeza as mulheres que hoje são vítimas do feminicídio e também de violência doméstica, porque precisa lembrar que a maioria do feminicídio acontece dentro dos lares.”
Segundo André Luís, a proposta prevê intervenções em comunidades, com abertura de ruas, entrega de documentos e acesso a recursos.
“Então, o planejamento de desfabilização prevê a abertura das ruas, a entrega de acesso a documentos, acesso a recursos para poder fazer as reformas e a remoção de algumas famílias para outras construções que serão feitas na mesma região, para que ninguém seja deslocado do bairro onde mora.”
O candidato afirmou que a presença do Estado nessas áreas seria uma das formas de enfrentar situações de violência.
“Mas o endurecimento das penas e a desfabilização vai de fato levar policiamento, presença do Estado para ambientes hoje onde o crime organizado domina e o agressor se sente liberado, se sente livre para deitar e rolar e fazer o que ele quer.”
“Presença do Estado também é estar onde o Estado não chega. E hoje a maioria dos casos de agressão acontece em lugares onde o Estado não está presente.”
Industrialização, geração de empregos e ajuste fiscal
Na área econômica, André Luís foi questionado sobre como pretende garantir que a chegada de novos investimentos ao Maranhão resulte em empregos qualificados, renda e oportunidades para a população local.
O candidato afirmou que sua proposta de desenvolvimento está ligada ao projeto de “desfabilização”, que, segundo ele, pretende levar equipamentos públicos para comunidades para preparar trabalhadores para novas oportunidades.
“Dandara, nós temos uma proposta clara e só a minha candidatura, de fato, está colocando ele na ferida. Porque você pode acompanhar, os que concorrem comigo ao Palácio dos Leões, eles colocam essas ideias utópicas, mas não falam como que vão fazer. Nós estamos falando com clareza, colocando que as comunidades tenham acesso a essas vagas.”
André Luís citou como exemplo uma indústria instalada em Balsas e afirmou que parte das vagas de trabalho teria sido ocupada por pessoas de outros estados.
“Você sabia que a indústria chamada Impasa, em Balsas, que foi instalada lá em 2025, gerou quase 3 mil postos de emprego, teve o seu treinamento por meio do SESI, do SENAI.”
“Agora, a maioria daquelas vagas foram preenchidas por pessoas que vieram de outros estados. O meu planejamento é fazer, por meio da desfabilização que eu acabei de falar, a entrada desses equipamentos públicos dentro das comunidades, para que as famílias e os jovens percebam a oportunidade de se preparar para essas vagas.”
O candidato afirmou que pretende reduzir a estrutura administrativa do Estado por meio de um ajuste fiscal.
“Quando eu digo mais leve, é tão profundo isso, por isso que eu peço para você dar uma estudada no nosso plano de governo quando eu falo lá do nosso projeto de ajuste fiscal do Estado. Porque o projeto de ajuste fiscal vai, de fato, cortar na carne, reduzir a máquina pública, fazer corte de algumas secretarias, como a de articulação política.”
André Luís afirmou que pretende extinguir a Secretaria de Articulação Política e disse que a medida teria como objetivo economizar recursos.
“Eu falo como? Eu vou extinguir a Secretaria de Articulação Política, que ele falou de quatro que fazem o mesmo serviço, eu coloco mais uma, que é a de Articulação Política. E com a extinção dessa quinta Secretaria que faz o mesmo serviço de Articulação Política, eu quero economizar recursos para fazer com que a gente entregue de fato a oportunidade para os jovens se prepararem para as vagas que acontecerão no nosso Estado.”
Experiência no empreendedorismo e relação com o Maranhão
André Luís também foi questionado sobre sua trajetória e sobre qual experiência pretende levar para administrar o Maranhão, considerando que sua atuação profissional está ligada ao setor privado.
O candidato afirmou que sua trajetória começou com a atuação junto a trabalhadores informais em São Paulo e que, posteriormente, passou a atuar no setor da construção civil no Maranhão.
“Olha, Thaise, eu agradeço a oportunidade de falar um pouco sobre o meu currículo e o que eu venho fazendo ao longo desses anos. Antes da minha vinda para São Luís, eu trabalhei por muitos anos na Feira da Madrugada do Brás e lá eu me conectei com a pauta de políticas públicas para levar direito para aquelas comunidades que hoje só têm deveres, lutando para que o governo de São Paulo reconheça aqueles trabalhadores como parte importante daquela dinâmica de atividade econômica.”
O candidato afirmou que sua experiência está relacionada ao contato com pequenos empreendedores.
“O empreendedor de rua, você que é empreendedor de rua, que conhece alguém que é camelô também, que trabalha levando pão para casa, por meio do trabalho, o suor do seu rosto mesmo, esse está o meu coração, como pequeno.”
André Luís disse que, após retornar ao Maranhão, passou a atuar na construção civil. “Agora, aqui em São Luís, eu mudei a minha atividade, porque a primeira vez que eu morei em São Luís foi de 2005 a 2008, eu tinha uma loja de bijuteria, voltei para São Paulo, estudei, fiz engenharia e voltei para o ramo da construção civil.”
“Desde 2019 eu estou aqui trabalhando na área da construção civil, comprando terreno, construindo, vendendo casas e administrando esse projeto a ponto de crescer minha construtora.”
O candidato afirmou que pretende priorizar políticas voltadas para pequenos empreendedores.
“Tenho experiência nessa construção, mas principalmente eu quero tocar o seu coração nesse ponto de olhar o pequenininho e chegar no pequeno oportunidade de crescimento. O meu coração e a minha mente estão nesse sentido, de fazer com que o Estado olhe para o pequeno.”
Maranhão Livre da Fome e programas de transferência de renda
O candidato foi questionado sobre um trecho do seu plano de governo que relaciona funcionalismo público e programas de distribuição de renda ao chamado “voto de cabresto”. A pergunta também abordou o programa Maranhão Livre da Fome e se ele pretende manter ou extinguir a iniciativa caso seja eleito.
André Luís afirmou que sua proposta não é contra programas sociais, mas defendeu que o objetivo do Estado deve ser ampliar oportunidades de trabalho e renda.
“Governar para fazer o Maranhão dar certo exigiu da gente, do Partido Missão, se debruçar sobre a nossa realidade, sobre a realidade do Maranhão.”
O candidato fez críticas ao modelo político do estado e afirmou que, segundo ele, a pobreza é utilizada como instrumento de manutenção de poder.
“Então vamos colocar com bastante clareza, Rodrigo, os pingos nos is. Só eu, André Luiz, estou apresentando um jeito de mudar o jeito de se fazer política no Estado. O Maranhão tem a pobreza como meio de perpetuação no poder.”
André Luís afirmou que pretende substituir a dependência de programas por oportunidades de trabalho.
“Eu estou propondo o concurso público para a área da saúde, porque não tem como apresentar a libertação dos nossos hospitais, que hoje está cooptado por políticos.
O candidato afirmou que sua proposta não é contra o funcionalismo público ou programas sociais.
“Eu estou apresentando um planejamento não contra o funcionalismo, não contra o assistencialismo, mas a favor do enriquecimento, do desenvolvimento do nosso Estado, para gerar cada vez mais oportunidade de trabalho e renda, para o nosso povo se emancipar por meio do trabalho.”
André Luís citou como exemplo a cidade de Pomerode, em Santa Catarina.
“É uma cidade que tem pleno emprego, Rodrigo. As pessoas não ficam procurando emprego, têm oportunidade de trabalho. Já a pessoa humana é um rico desenvolvido, gerando tanta oportunidade de trabalho e renda, que as pessoas simplesmente colocam o Bolsa Família em desuso? Esse é o meu sonho.”
Saúde e criação do Hospital do Povo Maranhense
No segundo bloco da entrevista, André Luís foi questionado sobre a proposta de criação do Hospital do Povo Maranhense e sobre a ausência de prazo de execução no plano de governo.
O candidato afirmou que seria irresponsável apresentar prazos sem antes realizar estudos e defendeu mudanças administrativas para liberar recursos.
“Não consta porque seria uma irresponsabilidade ficar apresentando dados ao léu. Eu apresentei algo concreto, que é o meu planejamento para fazer o estado da SEAD por meio do ajuste fiscal, economizando 25% dos cargos comissionados, eliminando a Secretaria de Articulação Política, juntando algumas secretarias.”
André Luís afirmou que pretende realizar mudanças na estrutura administrativa para investir em áreas consideradas prioritárias.
“Com essas mudanças, economizar recursos para poder investir no nosso Estado.”
O candidato afirmou ainda que pretende fazer um planejamento inicial para identificar necessidades da saúde pública.
“Então, para nós, a saúde do estado do Maranhão precisa, por isso que eu apresentei um planejamento com 100 dias, para entender de fato as necessidades, porque tem muito equipamento de saúde pública que não está atendendo o nosso povo.”
Ele voltou a defender concurso público para a área da saúde.
“A gente está precisando de um planejamento com clareza, por isso que a gente quer fazer concurso público, que não acontece na área da saúde desde 2017, para tirar esse domínio de políticos dentro de figuras dos nossos hospitais.”
Natural de São Paulo e relação com o Maranhão
Questionado sobre o fato de ser paulista e sobre seu conhecimento das diferentes regiões do Maranhão, André Luís afirmou que construiu uma relação com o estado ao longo de mais de 20 anos.
“Porque eu quero que as pessoas se conectem comigo. E elas vão se conectar comigo a partir dessas histórias, da nossa caminhada. Porque nós somos iguais, gente. Nós somos todos iguais.”
O candidato afirmou que se considera ligado ao Maranhão pela trajetória pessoal.
“Eu casei com uma mulher maranhense. E eu casei com 19 anos. Ela está ali, minha esposa. E aí ela vem com a família dela toda pra cá, e eu venho lutando pra morar nesse estado há mais de 20 anos. Eu acho que mais do que nascer aqui é amar esse lugar. E eu posso falar com clareza que eu amo o Maranhão.”
Saneamento básico e fortalecimento da CAEMA
André Luís foi questionado sobre propostas para ampliar o saneamento básico no Maranhão. O candidato afirmou que pretende fortalecer a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA) e criar metas para os municípios.
“Não entregar a CAEMA, primeiro compromisso. A CAEMA precisa ser fortalecida porque ela vai ser o pivô para a entrega de saneamento básico em todos os municípios do estado do Maranhão. Segundo ele, o governo estadual deve criar mecanismos para acompanhar o desempenho das prefeituras''.
“O governo pode dar a base, tecnologia, conhecimento no meio da CAEMA para que os prefeitos possam entregar de fato saneamento básico.”
André Luís defendeu a criação de uma lei de responsabilidade gerencial.
“A lei de responsabilidade gerencial, que é o meu projeto, vai colocar pressão não só em São Luís, mas em todos os municípios do estado.”
Estradas, Alcântara e turismo espacial
Questionado sobre o projeto Maranhão Sem Buraco e quais estradas pretende entregar em quatro anos, André Luís citou a MA-106, que liga a região de Alcântara.
O candidato afirmou que os investimentos em infraestrutura devem estar relacionados ao desenvolvimento econômico e ao turismo. ''A primeira estrada que a gente vai fazer é a MA-106, que é acesso à Alcântara.”
Segundo André Luís, a região possui potencial ligado ao turismo espacial.
“Quando eu falei de Alcântara é porque o meu plano para desenvolver o nosso estado conectado com a pauta de turismo e desenvolvimento do interior do nosso estado passa por levar as pessoas para acompanhar os lançamentos que acontecem ali naquela região. Lançamento de foguete, lançamento de satélites, as pessoas não conseguem nem ter acesso.”
O candidato afirmou que a infraestrutura deve ser planejada para estimular o desenvolvimento.
“Alcântara é um lugar que o mundo inteiro está olhando. Hoje tem 20 contratos de negociação para lançamentos futuros naquela região. Como é que as pessoas vão chegar lá se não tem uma estrada?”
Mudança no modelo político e desenvolvimento do Maranhão
Nas considerações finais, André Luís afirmou que apresenta uma proposta de mudança no modelo político do Maranhão.
“Eu quero o Maranhão rico e desenvolvido. É o meu coração. Então eu quero me conectar com você, pedir para você olhar o meu plano de governo, André Luiz MBL, olha no TSE o meu planejamento.”
O candidato pediu que os eleitores conheçam as propostas do Partido Missão.
“Entenda que nós do Partido Missão, junto com o Renan Santos Presidente, temos um projeto de Brasil rico, desenvolvido, e o Maranhão como a locomotiva de desenvolvimento do Nordeste.”
Ao finalizar, André Luís afirmou que sua candidatura representa, segundo ele, uma ruptura com o modelo político atual.
“O único que está propondo uma ruptura sou eu. E o meu plano de governo é o único plano de governo conectado com a direita.”

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